Ato I: Minha VidaTimidez escrava de uma vida,Fraqueza endiabrada do coração em sua batida,Restringe o alcance do amor,O romance com uma florNuma semente de dor plantada em meu peitoQue nasce na luz de um sonhoOnde vou beijar o céu,Tua boca doce com gostinho de mel,A vida não tem tamanho.Ato II: RotinaFico estranho quando te vejo ali no cantoSozinha, esperando alguém pra conversarPapo interessante, não resto de conversaQue a timidez dispõe tanto.Trocas de sorrisos enxugam meu prantoPranto profundo, bem no fundo da retinaCuja mágoa veio de tapas na cara da rotinaQuando você sai de minha vida fechando a cortina.Ato III: MelancoliaFiz do possível ao impossível pra te ganharMas sempre dá no mesmo...Tentativas abismo a baixo, à esmoNa dura queda, queda da paixãoQuilômetros a fio, perco sua mãoAquela que deixaria me guiar pra qualquer lado,Só por um pouquinho de amor e atençãoA este garoto triste envergonhado.
05 / 12 / 2012